The Latest

fonte: http://thehackernews.com/
       
     Pois é, uma moeda diferente, mas não estou falando dessas de chocolate que a gente come, essa ai é virtual, mas funciona também a não ser quando o governo de algum país tenta impor sansões para combater esta falta de prestação de contas, exatamente isso, o BitCoin é virtual então não gera imposto, você pode comprá-lo aqui no Brasil e levá-lo para outro país sem ter que pagar IOF por exemplo, o problema são seus altos e baixos, realmente uma moeda volátil que pode custar alguns dólares ou centenas destes.
     
     Há quem diga que o mundo é dos expertos e essa nova moeda pode se tornar além de internacional a nova preferida, recentemente li uma notícia onde o brasileiro Rodrigo Souza, programador de 34 anos botou um imóvel à venda em São Paulo por US$ 250 mil, mas diz que só aceitaria o pagamento se ele fosse feito na moeda virtual. Ele explica que prefere fazer a transação dessa forma para evitar o pagamento das taxas cobradas pelo envio de dinheiro do Brasil para os Estados Unidos.

     Enfim, uma moeda virtual com valor real e sem domínio governamental é algo para ficar de olhos muito atentos.

Mídia e Rede Social
fonte: http://blog.workana.com/

       Pergunto isso pois, seu eu a partir de uma mídia produzo um conteúdo único e exclusivo sobre um tema específico ainda que não direcionada a ninguém, estaria partindo da mídia para a rede, já que outrens possivelmente replicariam e pincelariam qual sua visão dos fatos e/ou como o seu interesse pessoal na transmissão do assunto.

       Já quando uma rede social suplica a utilização de certas mídias nas quais o objetivo é converter e integrar cada vez mais novos usuários, estaríamos então fazendo o efeito reverso? Entendeu? Eu reli a bagaça que acabei de escrever e realmente, é isso ou viajei profundamente, de fato mídia e rede social é algo redundante, usamos mídias e geramos conteúdos desacerbados pela rede e replicando e modificando quase que infindavelmente até que o indivíduo pelo qual produziu o assunto lê o monstro que se tornou seu tweet e admira, nossa! Leu meus pensamentos!
Me enquadrei na era digital
fonte: "vida de blogueiro"
A publicidade existe desde sempre, são os títulos e os significados das coisas vão se transformando com o tempo. Tempo? Que tempo é esse que passou voando e deixou rastros de orkutização para trás.

A publicidade não morre, ela se adapta, já as empresas, essas sim morrem quando ignoram a evolução das coisas. Simples! Eu já cansei de discutir com o meu pai sobre tecnologia, o que está certo ou errado e trálálá. Meu pai, com seus cinquenta e tantos anos, empresário, corintiano e paulistano, MALA PRA CARAIO, eu o amo!

Hoje encho o peito pra falar que trabalho no marketing da BluePex, empresa de tecnologia, engraçado é que vendemos soluções que bloqueiam e controlam a publicidade, entre outras coisas, claro.

Seguimos do seguinte princípio: para vender algo precisamos ter um produto e também alguém que o consuma, certo? Ok, então se existe um possível consumidor em algum lugar do mundo, como irei avisá-lo que eu tenho um produto que muito o interessa? Como comunicá-lo?

No tempo do meu pai era o seguinte: poucos possuíam telefone, eu estou falando dos telefones analógicos, aqueles serviam apenas para realizar chamadas de áudio, conhece? Talvez não. Entretanto a maioria lia muito mais jornal e revistas impressas, assistiam muito mais televisão aberta, enfim, o público dessa época era atingido pela publicidade que propagandeava-se pelos meios de comunicação que chamamos hoje de tradicionais, hoje o nosso público continua sendo atingido pelas mídias tradicionais, mas são bombardeados por propagandas invasivas em todos os cantos.

Virtualizaram o jornal e a revista, lhe deram milhares de amigos nas redes sociais, suas empresas favoritas também estão lá, com apenas um cadastro gratuito no Google você abre sua vida ao mundo. Acha mesmo que a publicidade ficou estagnada?